Forest City – a cidade inteligente de US$ 100 bilhões que nunca foi ligada Assisti a um documentário aleatório na outra noite DE NOVO e não conseguia parar de pensar nesse projeto. Forest City era apontado como o futuro. Uma eco-metrópole planejada e planejada de 100 bilhões de dólares na costa do sul da Malásia, construída em quatro ilhas artificiais pela Country Garden. A ambição era enorme, chegando a 700.000 moradores, torres de luxo, áreas verdes, infraestrutura inteligente e um horizonte posicionado para rivalizar com a vizinha Singapura. No papel, parecia impecável. Torres de vidro. Avenidas ladeadas de palmeiras. Status de isenção de impostos. Uma alternativa limpa e moderna a uma das cidades mais caras da Ásia. Mas menos de uma década depois, está quase vazia. Uma cidade construída para centenas de milhares... agora abriga menos de 10.000 pessoas. O que deu errado? A tese original era simples Singapura estava se tornando inacessível, então a demanda transbordaria logo além da fronteira. No começo, funcionou. Apartamentos que eram amplamente comercializados para compradores chineses eram vendidos rapidamente. A especulação impulsionou o impulso. Então as rachaduras apareceram. A China endureceu o controle de capitais, restringindo a compra de imóveis no exterior, a Malásia revisou as regras de propriedade estrangeira, reduzindo incentivos para compradores, a demanda local nunca realmente se concretizou, a COVID congelou o movimento transfronteiriço e, eventualmente, a crise da dívida do Country Garden eliminou completamente a confiança Isso não foi uma falha de construção Os prédios existem. A infraestrutura existe. Forest City falhou em algo mais fundamental, que foi a coordenação. Era uma cidade feita para investidores, não para pessoas. Forest City é um lembrete de que ativos do mundo real não têm sucesso apenas com capital. Eles precisam de estruturas de propriedade claras, fluxos de capital transparentes, incentivos alinhados e participação real das pessoas que os utilizam. ...