Adoro esta opinião da Vanessa. É uma das perspetivas mais pragmáticas que vi sobre o rascunho até agora. Algumas coisas realmente se destacam aqui: • O impulso para permitir que os corretores-dealers operem um negócio de criptomoedas à vista completo sem licenciamento duplicado é exatamente como se desbloqueia a verdadeira participação. Se uma entidade já está regulamentada, capitalizada e supervisionada, adicionar obstáculos extras apenas atrasa a adoção sem melhorar a segurança. • A clareza em torno das seguradoras tokenizadas que permanecem sob a supervisão da SEC é importante. A tokenização não significa arbitragem regulatória. Significa melhores infraestruturas para ativos que já vivem dentro de um quadro regulamentado. Esse trabalho de base é o que torna a escala possível. • A forma como o DeFi é apresentado é refrescantemente realista. Opcionalidade, não absolutismo. Carteiras auto-hospedadas que interoperam com o DeFi enquanto estão dentro de um ecossistema regulamentado parece ser a ponte certa para instituições que desejam exposição sem comprometer seus modelos de risco. • E a clarificação sobre a Lynq é importante. Há uma diferença significativa entre um token de utilidade que é uma segurança que alimenta a liquidação e uma estrutura de stablecoin, especialmente quando estão envolvidos juros e operações de corretores-dealers. Nenhum projeto de lei será perfeito na primeira tentativa. A verdadeira questão é se ele cria espaço para que atores responsáveis construam. Esta abordagem faz isso. Se alguma coisa, destaca quão pronta a infraestrutura regulamentada já está para transformar legislação em sistemas de produção, não em whitepapers. Avante, de fato.