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A CEO da Denny’s, Kelli Valade, diz que a parte mais reveladora de uma entrevista de emprego nem sempre são as respostas que os candidatos dão. Às vezes, são as perguntas que eles fazem de volta.
Em uma entrevista, Valade explicou que quer ver preparação e curiosidade. Ela espera que os candidatos tragam uma ou duas perguntas reflexivas e diz que geralmente não importa o que eles perguntam. No entanto, se fizerem muitas perguntas, começa a parecer desorganizado.
Valade também quer autoconhecimento. Ela pergunta aos candidatos o que os torna mais eficazes e, em seguida, pergunta o que os tornaria mais eficazes. O objetivo é ver se alguém pensou honestamente sobre seus pontos fortes e fracos.
De acordo com Valade, muitas pessoas tropeçam nesse ponto. Algumas admitem que nunca consideraram suas fraquezas, o que sinaliza que não estão trabalhando ativamente para melhorar. Ela admite que se vê como um trabalho em progresso também.
Sua filosofia contrasta com a de outros líderes de alto perfil. Alguns pressionam os candidatos a fechar negócios de forma agressiva. Outros, como Warren Buffett e Jeff Bezos, focam em traços de caráter e mentalidade em vez de credenciais específicas.
Valade acredita que as entrevistas são, em última análise, sobre julgamento e prontidão. Ela quer pessoas que fizeram a lição de casa, conhecem a si mesmas e abordam o papel com intenção, não apenas com desempenho.
Para ela, isso sinaliza alguém que provavelmente crescerá uma vez contratado.

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