Tópicos em alta
#
Bonk Eco continues to show strength amid $USELESS rally
#
Pump.fun to raise $1B token sale, traders speculating on airdrop
#
Boop.Fun leading the way with a new launchpad on Solana.
Discutir com comunistas seria um passatempo agradável se eles primeiro aprendessem o significado de cerca de um quinto das palavras que usam.
Na ausência disso, eles simplesmente redecoram a linguagem até que ela lhes assente.
Eles vão explicar, com cara séria, que o clientelismo é "capitalismo" enquanto lutam incansavelmente para se tornarem os capangas de lado.
Trabalho é "opressão", a menos que outra pessoa o faça em nome deles.
Comércio é "exploração", a menos que eles estejam do lado receptor.
Sucesso é "roubo", a menos que seja tomado e redistribuído para seus amigos.
Igualdade perante a lei é "injustiça", porque se recusa a favorecer os outros.
Propriedade, dizem, é violência — mas confisco é compaixão.
Consentimento é coerção — força é libertação.
Responsabilidade é privilégio — dependência é solidariedade.
Mérito é viés sistêmico — a queixa é sabedoria moral.
E a ganância, em sua teologia, é uma criatura fascinante. Quando um homem busca lucro servindo aos outros por meio de troca voluntária, isso é ganância. Quando um político ou ativista exige metade de seus ganhos sob a mira de uma arma por uma causa que aprova, isso é virtude. Querer ficar com o que você conquistou é avareza; querer o que outra pessoa mereceu é justiça.
Nesse catecismo invertido, liberdade é caos, controle é cuidado, e produtividade é pecado a menos que seja devidamente punida. A linguagem não é confusa por acidente. Está confuso de propósito. Um vocabulário quebrado é essencial quando você quer fazer o roubo soar nobre e a ambição soar criminosa.
Eventualmente, percebe-se que o argumento nunca foi sobre economia. Era sobre obter permissão moral para viver às custas dos outros — enquanto chamavam os produtores de gananciosos por se oporem.
Melhores
Classificação
Favoritos
