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Aninhada a cerca de 65 milhões de anos-luz de distância na constelação Canes Venatici (embora observações recentes do Hubble coloquem objetos semelhantes em contextos de Ursa Maior—astronomia adora seus jogos cósmicos), Markarian 178 não é uma flor do muro comum do universo. Esta compacta galáxia irregular anã brilha com um feroz nascimento estelar, irradiando um brilho azul elétrico que grita "jovem, quente e inquieto." É um membro de carteirinha do exclusivo catálogo Markarian—uma coleção de mais de 1.500 galáxias destacadas pelo astrofísico armênio Benjamin Markarian por seu deslumbrante brilho ultravioleta, um sinal revelador de estrelas recém-nascidas massivas acendendo-se furiosamente por dentro. Não se deixe enganar por sua pequena estatura: comparada a gigantes como a Via Láctea, Markarian 178 pode ser diminuta, mas é uma verdadeira fábrica de fogos de artifício. Berçários estelares densos produzem aglomerados de brilhantes estrelas jovens, iluminando sua estrutura caótica e irregular como uma fogueira cósmica. Espalhadas entre elas estão raras estrelas Wolf-Rayet ultra-massivas—bestas titânicas que perdem suas camadas externas em poderosos ventos estelares antes de eventualmente detonar ou colapsar em buracos negros ou estrelas de nêutrons. Essas pequenas usinas de energia são mais do que apenas imagens bonitas; os astrônomos valorizam galáxias anãs como Markarian 178 como fósseis vivos—pequenos blocos de construção que revelam como as primeiras gerações de estrelas forjaram os ingredientes químicos de tudo que vemos hoje, oferecendo uma janela diretamente de volta à juventude crua e turbulenta do universo. Capturada em detalhes impressionantes pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA.

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