O romantismo aqui é bonito, mas a matemática não é. Verificação da realidade sobre "alimentação à base de pasto": ∙Apenas cerca de 4% das vendas de carne bovina nos EUA são de gado alimentado à base de pasto, e menos de 1% do gado abatido é 100% terminado à base de pasto. ∙75-80% da "carne bovina alimentada à base de pasto" vendida nos EUA é, na verdade, importada da Austrália, Nova Zelândia e América do Sul. ∙~95% do gado nos EUA passa seus últimos 4-6 meses em confinamentos, comendo rações ricas em grãos (70-90% grãos/concentrados). O que o gado de confinamento realmente come: Milho (principal), farelo de soja, cascas de soja, silagem de milho, grãos de destilaria, sementes de algodão, cevada – além de antibióticos e hormônios de crescimento. Sim, a mesma soja que você está criticando. A ironia: Você zomba de trazer soja do Brasil enquanto a indústria convencional de carne bovina é um dos maiores consumidores de soja brasileira. A indústria de gado dos EUA usa enormes quantidades de suplementos proteicos à base de soja nas rações de confinamento. A vaca É um sistema biológico incrível. Mas fingir que o sistema industrial de carne bovina é apenas "vacas comendo grama" é a verdadeira fantasia. A imagem bucólica que você está pintando existe por menos de 5% da produção de carne bovina. Quer fazer o argumento "alimentado à base de pasto"? Ótimo – então defenda a transição real para esse sistema em vez de defender o industrial com poesia pastoral.