Dave Wasik e eu revisitamos uma frase da Grande Recessão sobre empréstimos automotivos e hierarquias de pagamento dos consumidores: "você pode dormir no seu carro, mas não pode dirigir até o trabalho." Então fazemos a pergunta de 2026: com o trabalho remoto-trabalho e Uber/Lyft agora como substitutos, o auto mantém a mesma posição na hierarquia de pagamentos na próxima crise? Se menos tomadores de empréstimo "precisarem" do carro para ganhar renda, a disposição para pagar muda? Essa mudança se aplica de forma uniforme em todas as faixas de renda e score de crédito? Qual é o sinal inicial de que a hierarquia está mudando? Não há respostas claras aqui, mas há uma mudança real na economia vivida que os modelos de crédito ainda precisam garantir. Sintonize o Facing Credit, "Pressure Points", para nossa análise completa das condições de crédito atuais: cartões vs. BNPL, automóveis, empréstimos estudantis e a crescente interrogação que é o crédito privado: