O cerne da Declaração de Independência é legal em substância, não filosófico, citando 27 violações dos direitos dos colonos como ingleses. Embora os fundadores fossem imersos nos ideais do Iluminismo, a transição de apelar aos "direitos dos ingleses" para os "Direitos Naturais" foi estratégica. Se o conflito permanecesse enquadrado como uma guerra civil entre súditos britânicos e a Grã-Bretanha, com os colonos buscando a restauração de seus "direitos como ingleses", nem França nem Espanha apoiariam os colonos. Segundo a Lei das Nações do século XVIII, um monarca não podia legalmente intervir nos "assuntos internos" de outro soberano. Thomas Paine disse exatamente isso em 'Common Sense': "Sob nossa atual denominação de súditos britânicos, não podemos ser recebidos nem ouvidos no exterior; o costume de todas as Cortes é contra nós, e assim será, até que, por independência, assumamos o mesmo status de outras nações."