A maneira mais fácil de rir disso é quebrar os papéis de status e interpretar o papel oposto ao que você pode ser 'objetivamente' na situação. O estranho do jogo de status é que, quando você começa a teletransportá-lo, percebe que tudo é história – não é real. É só a premissa de como tratamos uns aos outros, ou sentimos a necessidade. Se você violar as regras do jogo ao não desempenhar o papel que os outros podem esperar de você, você pode se divertir mais e se identificar menos com a forma como as pessoas te percebem. Você percebe o quão livre é, o quão leve são as histórias, o quanto pode mudá-las e escolher diferentes. É realmente um grande despertar quebrar as regras (porque você percebe que ninguém realmente as aplica; que *você* era quem as aplicava a si mesmo).