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Se uma lição do primeiro ano de Trump é que ninguém deve subestimar o dano que ele pode causar ao governo federal e às instituições democráticas, há outra história a ser contada. A América, de fato, é duradoura. A democracia não desapareceu. Nos tribunais e nas urnas, a esquerda reagiu contra o presidente Trump e, em muitos casos, venceu.
"Se Trump é fascista ou autocrata, de verdade, então ele é um fracassado. Suas tentativas não deram certo. E, ao contrário dos autocratas de antigamente, ele não pode evitar as eleições que continuam acontecendo abaixo dele", escreve o colunista político Ross Barkan. Os democratas venceram facilmente as eleições para governador na Virgínia e em Nova Jersey; em Nova York, a vitória de Zohran Mamdani foi uma repreensão clara à xenofobia de MAGA.
"Trump nunca se deu ao trabalho de se mostrar, uma vez no poder, apelar para a grande maioria dos americanos. Em janeiro, ele tinha uma aprovação positiva porque os americanos acreditavam erroneamente que ele era sincero em resolver a crise do custo de vida", escreve Barkan.
Hoje, Trump é um presidente em fase de manco com uma aprovação em torno de 40%. O fim dos subsídios do Obamacare e o aumento vertiginoso dos custos de saúde para milhões de americanos serão atribuídos, quase exclusivamente, a ele. Ele nem consegue forçar os republicanos do Texas, um estado que ele venceu esmagadoramente, a manipular novos distritos da Câmara. Mais importante ainda, ele não pode enganar americanos para viverem suas próprias ilusões.
Leia a reflexão completa de Barkan sobre as lições do primeiro ano de Trump de volta ao cargo:

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