Atlas, realmente fiquei arrepiado depois de assistir aquele novo vídeo. A sensação de poder ser colocado no processo e usado repetidamente é forte demais, como se fosse um prenúncio de uma coisa: a produtividade está prestes a começar a mudar. A Hyundai declarou publicamente que planeja integrar gradualmente o Atlas ao processo de fábrica a partir de 2028, e também apoia um plano de grande escala de 30.000 unidades por ano. O ponto de pouso é muito industrial e realista. Agora olho para IA + robôs + criptografia, que será mais direta: eles não estão empilhando pontos quentes, mas montando um novo sistema de produção. Ainda há três coisas a lutar: quem tem capacidade, quem define as regras e quem fica com o fluxo de caixa. A IA leva a eficiência mental ao máximo, mas o atrito do mundo físico depende dos robôs para romper a área. Quanto às criptomoedas, o valor não é tão vazio, é mais como uma "camada operacional": transformar robôs em um negócio capaz de quitar contas. No final, ela deve se dividir em três pontos: como cobrar por esse único trabalho, quem aceitará se for bem feito e quem será responsável pela compensação caso seja revertido. Modelos vão se tornar mais baratos, mas "tarefas" e "resultados" vão se tornar cada vez mais valiosos. Se o volume de liquidação e a curva de receita puderem ser precipitados na cadeia, os tokens relevantes terão a chance de se tornar a linha principal. Estou ansioso por isso!