Os escritórios do centro estão vazios. Veja como San José está transformando eles em lares. Na reunião do Conselho Municipal de terça-feira, votaremos sobre a ampliação de um programa que está funcionando. As vagas de escritórios no centro da cidade são altas, assim como a demanda por moradia. Estamos mudando as regras para facilitar a conversão de prédios comerciais vazios em algo que nosso estado precisa desesperadamente — mais moradias.  O Programa de Incentivo Residencial do Centro de San José já entregou 1.226 casas em três projetos: The Graduate, Miro e The Fay. Agora, estamos expandindo esse mesmo incentivo para as conversões de escritórios para moradias, removendo as barreiras financeiras que tornam impossíveis de prever esses projetos — incluindo taxas de desenvolvimento e requisitos de inclusão para projetos qualificados. Um dos exemplos mais empolgantes é o histórico prédio do Banco da Itália. Se você tem estado no centro recentemente, talvez tenha notado andaimes sendo montados. Este prédio centenário ajuda a definir nosso horizonte, mas por anos ele ficou vazio. Agora, está prestes a se tornar moradia — trazendo nova vida, novos moradores e novas atividades ao coração da nossa cidade. E na terça-feira, votaremos para ir além: aumentar o limite do programa para 7.000 unidades, substituir prazos rígidos de permissões por uma abordagem de fases baseada em unidades que dê segurança aos construtores, e criar um novo nível "High Road" que recompense projetos que paguem salários vigentes e apoiem programas de aprendizagem. É assim que consertamos o centro — transformando prédios vazios em casas, trazendo pessoas de volta e tornando San José mais segura, vibrante e economicamente resiliente. Volte amanhã para o post final da série — onde vou detalhar as mudanças em nossa Portaria de Habitação Inclusiva e por que fazer isso corretamente é fundamental para construir qualquer moradia.