Enquanto eu passava um tempo tranquilo refletindo sobre os últimos anos, fui lembrado da história da Tartaruga e da Lebre. Olhando para trás, para os anos que se passaram, não pude deixar de pensar nas possíveis oportunidades perdidas, nos 'e se', nos colegas que seguiram em busca de pastos mais novos e, naturalmente, senti um leve toque de tristeza. Mas, à medida que eu avançava, também me lembrei das muitas vezes em que escolhi ficar ancorado em princípios e convicções – não correr atrás dos metas e tomar decisões que muitas vezes eram difíceis, nem as mais populares nem as mais "sexy" de todas. Eu sabia que isso poderia, eventualmente, levar a um ritmo mais lento e, potencialmente, a um caminho mais longo. Quando olhei para os resultados que eventualmente surgiram, embora nem sempre tenham sido os "melhores" de tudo, sei que eu ainda estava muito na corrida. & em certas corridas "menores" equivalentes, os outros co-corredores podem ter desistido pelo caminho, por vários motivos como complacência, perda de foco, erro de cálculo ou esgotamento. Lembro que o progresso pode não ser sempre o mais barulhento às vezes, mas uma jornada movida pela consistência e ancorada por princípios importa tanto quanto. Assim como a tartaruga, lembrei-me que manter-se firme também importava tanto quanto ver quem corria à frente. Ao embarcarmos no Ano Novo, que continuemos correndo nossa própria corrida, mesmo que às vezes pareça uma corrida entre uma tartaruga e uma lebre.