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Os centros de dados estão a tornar-se objetos políticos.
Não porque a tecnologia seja controversa, mas porque consomem recursos que os locais já sentem em falta.
Uma construção hyperscale não é "apenas capex."
São licenças.
Água.
Regras de backup a diesel.
Vizinhanças a notar que o novo horizonte é composto por torres de arrefecimento e subestações.
Uma vez que algo atinge esse tamanho, não se está a competir em engenharia. Está-se a competir em legitimidade.
Os centros de dados mudam comunidades... isso é algo que as pessoas não pensam o suficiente quando se trata de AI.
Continuamos a falar como se os chips fossem o gargalo porque é mais fácil pensar em fábricas e cadeias de suprimentos.
Mas as mudanças mais centrais são cívicas: o que uma região irá tolerar, aprovar e energizar num cronograma que não se importa com o seu próximo lançamento de modelo.
A capacidade distribuída comporta-se de forma diferente.
Não há um único local para se reunir.
As cargas de trabalho podem mover-se.
As falhas permanecem locais.
E pode alimentar-se do que já existe: GPUs ociosas, salões subutilizados, capacidade "chata" que a política não pode realmente parar porque não é uma nova licença... está apenas lá.
Portanto, sim, o computação está a tornar-se um problema de rede, não um problema de nuvem.
Os vencedores não vão apenas garantir silício... eles vão garantir um throughput roteável e geograficamente flexível.
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