Quando o líder da FIFA, Gianni Infantino, presenteou Donald Trump com um Prêmio da Paz especialmente criado no sorteio da Copa do Mundo em dezembro, ele não esperava ver, três meses depois, o presidente dos EUA alertando uma equipe da Copa do Mundo sobre consequências fatais caso ela ousasse ir ao torneio neste verão. Esse, no entanto, era o dilema enfrentado pelo presidente da FIFA na manhã de quinta-feira, quando Trump postou no Truth Social dizendo que não seria "apropriado" que o Irã jogasse na Copa do Mundo "por suas próprias vidas e segurança." Isso, para ser claro, parecia ser a figura política mais importante de uma nação anfitriã da Copa do Mundo implicando uma ameaça à segurança de um time de futebol, o que, para a FIFA, certamente constitui um armagedom diplomático. Para Gianni Infantino, isso levanta questões óbvias, principalmente sobre como, ou se, o Irã poderá jogar no torneio deste verão. De forma mais ampla, isso coloca em dúvida todo o julgamento e a estratégia de Infantino ao lidar com Trump, escreve @AdamCrafton_ ⬇️ 🔗