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Algo chamou minha atenção nos últimos registros da 13F.
O maior novo participante do IBIT, de uma entidade totalmente nova, é algo chamado Laurore Ltd. Sem site. Sem imprensa. Sem pegadas. A única informação pública é que o nome do autor é Zhang Hui e é baseado em Hong Kong.
Vamos dar um duplo clique nisso por um segundo.
Zhang Hui é o equivalente chinês de João Smith. É como gosto de chamar de um nome "anônimo não anônimo", algo escondido à vista de todos, enterrado sob o peso estatístico de milhões para torná-lo impossível de rastrear. O sufixo "Ltd" sugere uma estrutura das Ilhas Cayman ou das Ilhas Virgens Britânicas, o clássico wrapper offshore para acessar os mercados dos EUA. E o portfólio? Uma única carga. Nada além do IBIT. Este não é um fundo diversificado. É um veículo de acesso a Bitcoin de 436 milhões de dólares, vestido com roupas institucionais.
Por que você faria isso?
Porque investidores chineses não podem manter o Bitcoin.
Se for assim que parece, pode ser um sinal precoce de capital institucional chinês entrando no Bitcoin, não por meio de exchanges de criptomoedas ou canais de mercado cinza, mas por meio de um ETF BlackRock, registrado junto à SEC em uma jurisdição regulada escondida no lugar mais "transparente e não transparente" possível.
Engraçado que o nome Laurore provavelmente derive do francês l'aurore: a aurora.
Cheira a fuga de capitais para mim.

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