Acho que, quando tudo estiver dito e feito, a IA será mais disruptiva para os serviços do que para o software. Os dias de pagar a advogados $1,500 estão chegando ao fim em breve (aviso no final do post). A mesma coisa acontece ao pagar a um designer de marcas $150,000 para gerar logótipos e esquemas de branding. Acho que o modelo mental é pensar no LLM como a agência. Crucialmente, você ainda precisa de alguém para gerenciar a agência da mesma forma que, se contratar uma agência de branding externa, você precisa de um criativo interno para gerenciar o relacionamento. O que os LLMs fazem é, na verdade, tornar os serviços escaláveis ao remover humanos da equação, MAS também reduzirá o preço que você pode cobrar em 95%. Aqui está o porquê de eu achar que isso não é, na verdade, negativo para o software. A maioria das empresas de software TEM um componente de serviços, elas apenas não o priorizam porque não escala. Bem, agora escala. Acho que o que veremos é o nascimento do "software inteligente" (h/t @smyyguy), onde um serviço anteriormente separado e caro é combinado na oferta a um preço massivamente reduzido. Então, como será o futuro? Em vez de pagar pelo Quickbooks e depois contratar um contador externo, você compra o Quickbooks e, por um extra de $500 por mês, eles incluem um agente. Quando você compra software de relações com investidores, ele vem com seu próprio consultor de RI (sem mais pagar $50,000 por mês para ajudar com a história). No final, a barreira para o software não muda. Ainda se trata de marca, distribuição e integrações. ...