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Imagine a luz de uma galáxia distante viajando bilhões de anos através do cosmos, apenas para encontrar uma galáxia massiva em primeiro plano que deforma o próprio espaço-tempo. Essa curvatura extrema—lente gravitacional forte—pode torcer essa luz de fundo em um deslumbrante círculo quase perfeito chamado anel de Einstein. Com imagens de alta resolução e espectroscopia de ponta (especialmente de telescópios como o Telescópio Espacial James Webb), os astrônomos dissecam as menores distorções nesses anéis cósmicos. Eles separam cuidadosamente as estrelas visíveis brilhantes da estrutura invisível que realmente domina: a matéria escura. O resultado? Um mapa gravitacional exquisitamente preciso revelando a verdadeira forma do halo de matéria escura, quão centralmente concentrado ele é e—o mais intrigante—sua aglomeração em pequena escala ou "subestrutura". Por que isso é tão importante? A matéria escura se recusa a emitir, absorver ou refletir luz—é completamente invisível para nossos telescópios habituais. A única maneira de detectá-la e mapeá-la é através de suas impressões digitais gravitacionais. Os anéis de Einstein fornecem uma das medições mais puras e orientadas pela geometria possíveis, livres das suposições confusas que atormentam outros métodos (como rastrear órbitas estelares ou movimentos de gás). Descobertas recentes revelam que esses halos de matéria escura não são suaves e uniformes como uma vez se imaginou simplificadamente. Em vez disso, eles estão repletos de pequenos aglomerados e subhalos—exatamente como previsto pelas principais simulações cosmológicas baseadas em matéria escura fria. Ao comparar essas observações de lente com essas simulações, os cientistas testam rigorosamente a natureza fundamental da própria matéria escura e a física intrincada que esculpiu a estrutura em grande escala do nosso universo ao longo do tempo cósmico. Fontes: NASA, observações do Telescópio Espacial James Webb, publicações na Nature Astronomy e no The Astrophysical Journal.

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