O verdadeiro flippening foi demográfico Na década de 1950, a demografia funcionava como um código de trapaça: altas taxas de natalidade. Baixa expectativa de vida. Economias pós-guerra inundadas de mão de obra jovem e barata. A força de trabalho era jovem, abundante e descartável. As crianças eram ativos econômicos. A aposentadoria era curta. Os sistemas sociais eram sustentáveis, porque as pessoas morriam a tempo. Hoje, as taxas de natalidade colapsaram. A expectativa de vida explodiu. E construímos uma sociedade onde viver mais custa mais do que nascer. Nossos pais trabalharam para viver melhor do que seus pais. Nós trabalhamos para que nossos pais possam sobreviver às suas pensões. Na minha opinião, os governos deveriam pagar aos seus cidadãos para terem sexo desprotegido (obviamente acordado mutuamente). É do interesse deles ter uma população jovem e em crescimento. Em vez de pagar pensões, os governos deveriam pensar em políticas distópicas onde as pessoas são tributadas simplesmente por viverem tempo demais. Antes que você comece a se enfurecer, boomer, isso é principalmente sarcástico. Se os pensionistas franceses fizerem protestos por impostos mais altos sobre combustíveis, as chances são de que eles queimariam o Palácio do Eliseu se isso fosse sequer sugerido. 2025 (esquerda) vs 1950 (direita)