Aqui está uma falha fatal neste argumento, e não é a única: e quanto a um americano que pode traçar sua ancestralidade de volta 400 anos neste país, mas que NÃO concorda plenamente com "o credo da fundação americana", como Vivek o define? Ele é menos americano do que um somali que chegou aqui legalmente há 5 segundos e afirma concordar com esse credo? Por essa lógica, o somali é o americano mais autêntico. Na verdade, poderíamos substituir todos os americanos do país por 300 milhões de africanos que "assinam o credo" e isso ainda seria a América em todos os sentidos do termo. Essa é a implicação lógica, e é um absurdo. E todos nós sabemos disso.
Avik Roy
Avik Roy17/12/2025
É ótimo ver ⁦@VivekGRamaswamy⁩ defender o que torna a América excepcional: a ideia de que qualquer pessoa que abrace os valores americanos e se torne um cidadão dos EUA é tão americana quanto qualquer outra.
Um país não é uma religião. Não se pode ser católico se se discordar fundamentalmente do credo que recitamos na Missa todas as semanas. No entanto, pode-se ser americano mesmo que se tenha algumas discordâncias fundamentais com Thomas Jefferson. Também se pode concordar totalmente com Jefferson em todos os pontos e não ser americano de forma alguma.
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