Por que tantas pessoas escolhem emprestar ETH no Aave por 2% em vez de stake via Lido para 3% de rendimento? Em um novo artigo com Joel Hasbrouck, @cryptoeconprof e @casparschwa construímos um modelo econométrico estrutural e o estimamos com dados de Aave e Lido. O resultado? Existe uma enorme ineficiência de mercado que não pode ser explicada pelo risco de contratos inteligentes, risco de depeg ou qualquer outro risco.
Mesmo que o Lido fosse considerado mais arriscado que o Aave, os rendimentos deveriam co-mover: 📈 Se o rendimento do Aave aumentar, o rendimento do Lido também deve subir. 📉 Se o rendimento do Aave diminuir, o rendimento do Lido deve diminuir. A teoria prevê que os rendimentos devem ser positivamente correlacionados.
O que acontece é que, à medida que os rendimentos do Aave aumentam, os rendimentos do Lido caem surpreendentemente! Rendimentos empíricos são negativamente correlacionados.
A diferença persistente de rendimentos não é um prêmio de risco. É motivado por outros fatores. Capital que pode não se mover pode explicar parte da diferença de rendimento. Se grandes alocadores de capital puderem contratualmente depositar apenas na Aave, então o rendimento da Aave e do Lido não se transfeririam juntos. Mas isso certamente não vale para todos os US$ 6 bilhões em ETH emprestados na Aave.
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