🇺🇸🇷🇺 OPINIÃO: Os pontos nos e-mails de Jeffrey Epstein de 2019 para Michael Wolff formam uma teia tentadora de especulação No centro da pergunta de Epstein a Michael Wolff está ninguém menos que Dmitry Rybolovlev. Ele é o bilionário russo dos fertilizantes que comprou a mansão de Trump em Palm Beach (Maison de L'Amitie) em 2008 por 95 milhões de dólares. Isso é mais que o dobro do que Trump pagou apenas 4 anos antes. Avançando para 2017: Rybolovlev consigna Salvator Mundi, de Leonardo da Vinci, que ele comprou em 2013 por US$ 127,5 milhões, e é vendido por impressionantes US$ 450,3 milhões. Esse é o preço mais alto já pago por uma obra de arte. O comprador? Um representante do príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman (MBS): O príncipe Bader bin Abdullah bin Mohammed bin Farhan al-Saud, agindo em nome de MBS (confirmado pela inteligência dos EUA e múltiplos relatórios). Epstein, em seus e-mails cheios de erros de digitação, sente um cheiro de rato; Sua teoria? O preço exagerado foi um pagamento disfarçado: MBS canaliza dinheiro através de Rybolovlev como gratidão, ou troca de favores, pelo veto de Trump em 2019. Essa é a única resolução do Congresso que encerrou o apoio dos EUA à guerra liderada pela Arábia Saudita no Iêmen e sua postura pró-saudita mais ampla sobre a política do Irã. No papel, é sedutora: Um oligarca russo com um acordo imobiliário com Trump, uma venda de arte absurdamente inflada para os sauditas e favores à política externa dos EUA se alinham de forma suspeita. No final, três figuras poderosas foram transformadas em intrigas geopolíticas por um predador que prosperava com engano.