Do maior hack ao maior escudo. Em 2016, @thedaofund era a maior tendência no mundo cripto até que um ataque massivo forçou o hard fork do Ethereum. Hoje, o "TheDAO Security Fund" foi reativado com US$ 220 milhões. Esses fundos são os "restos" daquela época; fichas que nunca foram reivindicadas e permaneceram intocadas por quase uma década. A escala disso é impressionante: > Naquela época, o TheDAO detinha 14% de todo o ETH. > O processo de recuperação criou duas blockchains: Ethereum e Ethereum Classic. > O multisig de 7 pessoas responsável pelos restos agora tem mais valor do que o aumento original devido à valorização do preço. O plano não é gastar esse dinheiro, mas fazer funcionar. O DAO vai fazer staking no ETH para gerar um fluxo de caixa massivo e permanente. Esse rendimento financiará propostas de segurança para tornar o Ethereum mais seguro do que uma conta bancária. A estratégia é clara: > Staking: Usar @dappnode para manter o staking descentralizado. > Segurança: Financiamento de recompensas por bugs, melhor experiência de usuário da carteira e auditorias de contratos inteligentes. > Legitimidade: Usando pesquisas da Ethereum Foundation como guia, com Vitalik Buterin envolvido como consultor simbólico. Uma parte ficará no contrato original para reivindicações legais, mas o restante será transferido para novas carteiras em breve. É uma reviravolta poética dos acontecimentos: o capital do maior desastre de segurança do Ethereum agora está sendo usado para financiar sua segurança permanente.