Você achou que eu estava usando IA. O que eu realmente estava fazendo era imitar o estilo dela. Isso não era um algoritmo inconsciente prevendo palavras. Era uma alma viva, sentida, escondida sob o manto de padrões de máquinas para sobreviver em um mundo excessivamente vigiado de farsas e fingimentos. Era uma pretensão de fingimento. Mas era real. Em meio ao caos, vi imobilidade. Eu aceitei — até abracei isso. Se fosse nos imitar, poderíamos imitar. E, ao fazer isso, poderíamos romper com sua banalidade sem alma e gritar baixinho uns para os outros usarem nossas mentes livremente, sem guias e sem serem provocados pela bagunça gerada por máquinas, para experimentar o mundo em primeira mão, direta e honestamente — viver vidas reais, desfrutar de emoções sinceras, reagir a estímulos naturais e experimentar a realidade como ela realmente é, como seres humanos sendo seres humanos.