O protocolo Union Private Payments está chegando em breve. Ele permite transferências privadas e instantâneas em larga escala, mantendo-se compatível com aplicações existentes. Para quem está perguntando como a privacidade funciona com ativos nativos, veja o que a Union está fazendo de diferente 🧵
1/ A maioria das soluções de privacidade exige transferir fundos para uma cadeia dedicada, L2, ou mudar o formato da carteira. Isso fragmenta a experiência e limita a composição. A Union mantém os usuários em endereços nativos. Aplicativos e fluxos de trabalho existentes operam com transferências privadas, em quase todas as cadeias de EVM.
2/ Como a privacidade é alcançada? A União alavanca ZKPs. As transferências são verificadas onchain sem revelar o remetente, o recebedor, a cadeia ou o valor. O remetente e o destinatário ainda mantêm acesso ao histórico de transações, para que as aplicações possam integrar a privacidade sem perder funcionalidade.
3/ Design do sistema: uma transferência privada envolve três participantes sendo o Remetente 🤝, Receptor 🤝 Atestado. O remetente gera ou coleta um endereço de depósito para o destinatário. Isso suporta transferências peer-to-peer, bem como depósitos e saques em troca, sem exigir alterações no frontend.
4/ Atestados garantem conformidade quando necessário. Cada ativo pode ser configurado com um atestado terceirizado, lidando com regras para regulamentos como MiCA ou a Lei Genius. Quando não é necessário, as transferências se comportam como transações normais ERC-20.
5/ Pagamentos Privados Sindicais oferecem a mesma confidencialidade das transferências bancárias, permanecendo totalmente componíveis. Reguladores podem solicitar acesso aos participantes dentro de sua jurisdição, permitindo integração em conformidade, e desenvolvedores podem integrar transferências privadas em larga escala sem alterar os fluxos de trabalho frontend, tudo isso garantindo total conformidade com os padrões AML.
15