🚨 : Cientistas descobrem possível conexão entre o cérebro humano e o cosmos em escala quântica
O cérebro humano pode ecoar padrões vistos pelo cosmos em escalas minúsculas. A organização e a coerência dos sinais parecem interligadas de maneiras inesperadas. Isso não reivindica misticismo. Sugere princípios compartilhados que moldam sistemas, grandes e pequenos, orientando o comportamento e a estabilidade por meio de relações sutis, pesquisadores só hoje começam a mapear cuidadosamente.
Pesquisadores compararam a atividade neural com estruturas cósmicas usando modelos avançados e estatísticas. Eles notaram padrões repetitivos de conectividade, equilíbrio e autoorganização. As semelhanças não implicam interação direta. Em vez disso, apontam para regras comuns que regem redes complexas. Quando muitas partes cooperam, leis simples podem produzir resultados surpreendentemente semelhantes em ambientes muito diferentes observados na natureza e na sociedade atualmente.
Se existirem princípios compartilhados, entendê-los poderia melhorar a tecnologia em saúde e a sustentabilidade. A pesquisa cerebral pode tomar emprestado insights de sistemas em grande escala, enquanto a astronomia aprende com a biologia. A polinização cruzada incentiva humildade e criatividade. Ela nos lembra que a complexidade não é caos, mas sim ordem que surge da cooperação, feedback e restrições entre campos, culturas, comunidades globalmente de hoje.
Pesquisadores descobriram que, semelhante à teia cósmica, redes neurais compartilham padrões fractais, enquanto microtúbulos dentro dos neurônios podem manter estados quânticos — como superposição e emaranhamento — potencialmente ligando a consciência diretamente a processos quânticos em todo o universo.
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