Em 2002, o primeiro-ministro Ariel Sharon me disse que os Estados Unidos estavam prestes a travar "a guerra errada". Ele se referia à invasão planejada do Iraque — O que ele quis dizer não era que Washington deveria ocupar o Irã, que ele considerava a principal ameaça à região, mas que o Irã — e não Saddam Hussein — era o principal perigo estratégico. Sharon fez esse ponto durante uma conversa extraoficial a bordo de seu avião, que voltava de Washington, D.C. Estou publicando essa troca por causa de um artigo do ministro das Relações Exteriores do Irã no The Wall Street Journal esta semana, no qual ele mais uma vez culpou Israel por suas próprias forças de segurança terem matado manifestantes – argumentando que Israel está tentando "arrastar" os Estados Unidos para "outra" guerra. Essa mentira se recusa a morrer; não é compartilhada apenas por oficiais do regime iraniano. No meu texto, também explico o alto preço que Israel pagou como resultado da Guerra do Iraque. Em três palavras: Hamas em Gaza. Leia aqui: