Querido Deus: na noite escura desta guerra jihadista, obrigado por nos dar os judeus. Não sou uma mulher que pode ser confortada por sonhos e esperanças, preciso de lógica. Se a história nos mostrou algo, é que todos aqueles que fizeram guerra contra os judeus acabaram perecindo. Não tenho fé em promessas, possibilidades e — nas palavras de Doris Day — "talvez, talvez, talvez." Mas isso posso dizer com confiança profunda: confio nos judeus. É só isso.