Por quase meio século, a República Islâmica tem sido opressora do povo iraniano e ocupante da civilização persa. Assassinou brutalmente milhares de iranianos cujo único crime é ousar ser livres. Quando a República Islâmica colapsa inexoravelmente sob o peso de uma revolta democrática, ninguém que reivindica o manto do humanitarismo deve lamentar sua morte ou comparecer ao seu funeral. A lealdade do mundo livre deveria ser a um Irã livre lutando para nascer.