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Entrando no ciclo eleitoral de meio de mandato de 2026, a sabedoria comum era que os democratas não tinham uma chance séria de retomar o controle do Senado dos EUA. O partido precisaria inverter quatro cadeiras para restaurar a maioria que perdeu em 2022. E o mapa de 2026 é proibitivo: com apenas uma cadeira detida pelos republicanos em disputa em um estado democrata e duas cadeiras democratas em estados conquistados por Donald Trump, as chances da câmara mudar de mãos parecem bem baixas.
Mas em todo o país, os democratas tiveram algumas dificuldades no recrutamento de candidatos, e a última boa sorte para o partido vem do improvável território congelado do Extremo Norte. A política democrata mais popular do Alasca, a ex-congressista Mary Peltola, anunciou que desafiará o republicano Mark Sullivan, que já está em segundo mandato.
Peltola, como a maioria dos candidatos do Alasca, está fazendo campanha como um outsider que entende as muitas necessidades e interesses peculiares daquele estado e sua vulnerabilidade às políticas federais, escreve o colunista político Ed Kilgore. Ela pode se beneficiar de uma combinação do impulso democrata este ano e da tradicional hostilidade do Alasca em relação a Washington.
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