A mídia não quer falar sobre o Irã? Rs. Em alguns anos, as organizações tradicionais de notícias perderão a maior parte de sua credibilidade restante. O jornalismo não está morrendo, mas o monopólio da velocidade e da verdade está. A informação circula mais rápido por meio de redes descentralizadas de pessoas do que por canaletas de mídia sobrecarregadas por incentivos, gargalos editoriais e pressões políticas ou de anunciantes. Quando um evento de última hora acontece, vemos imagens em primeira mão e análises de especialistas surgindo nas redes sociais em questão de minutos. Quando uma redação publica uma versão "confirmada", a maioria de nós já viu os dados brutos, os cruzou coletivamente e detectou inconsistências. Ninguém se importa com autoridade, confirmamos por meio de verificação aberta. Você não percebeu???? No fim das contas, é um jogo de confiança. A lealdade fluirá para pessoas e organizações que consistentemente dizem a verdade, admitem incertezas, se corrigem de forma transparente e resistem à tentação de manipular emoções para se engajar. Fim de jogo, em breve