Neste Natal, recebemos o presente definitivo: um pouco mais de tempo com a família e mais uma chance de nos abraçarmos juntos. No ano passado, meu pai, Rev. Robert Abrams, foi diagnosticado com câncer gástrico metastático em estágio 4. A notícia tomou conta da nossa família, mas, como qualquer pessoa que foi tocada pela doença, nos unimos e rapidamente entramos em ação. Sou grata por ter podido ajudar meu pai com boa cobertura de saúde e apoio durante seus tratamentos médicos. Cada dia extra que o temos conosco é uma bênção. Mas, como meus pais me ensinaram a fazer, não consigo deixar de me preocupar com os milhões de americanos que estão a um diagnóstico, uma doença, um acidente de distância de escolhas dolorosas e calamidade financeira. Muitos estão entrando no novo ano com aumentos nos prêmios do seguro de saúde, então o Congresso precisa fazer seu trabalho e estender os créditos fiscais para cuidados de saúde acessíveis. E muitos estados do Sul se recusaram a expandir o Medicaid — o momento de agir é agora. Isso não é política, é uma questão de vida ou morte para um número inconcebível de pessoas. A vida toda, vi meu pai provar que não ter um título não te isenta de fazer o trabalho. Vou continuar lutando pela boa luta, porque é o que meu pai me ensinou — e porque é a coisa certa a se fazer.