Conferências de NFTs como @nft_paris desempenharam um papel extremamente importante nesse espaço. Era um lugar onde artistas, colecionadores, construtores, curadores, tecnólogos e recém-chegados se encontravam pessoalmente. Eu, pessoalmente, adorei participar e estar naquelas salas cheias de histórias, muito otimismo e energia bruta. A NFT Paris foi uma história de sucesso. Isso ajudou a colocar a Europa firmemente no mapa da arte Web3. Ele reuniu a atenção global, colecionadores sérios, instituições e artistas numa época em que esse espaço ainda estava encontrando sua voz. Isso não deve ser esquecido. Então sim, ver NFT Paris fechar suas portas é triste e uma grande perda. Mas isso não é o fim dos NFTs. Toda tecnologia emergente passa por essa fase. Conferências costumam ser a primeira coisa a desaparecer quando os mercados esfriam porque ficam na interseção entre patrocínio e especulação. Quando o hype diminui, a infraestrutura precisa se recalibrar. Isso aconteceu na arte contemporânea várias vezes ao longo do último século. O que resta depois dessa fase é o que realmente importa. O futuro dos NFTs não será construído em eventos intermináveis, preços mínimos, flips e narrativas rápidas. Será construída sobre a proveniência, sobre artistas com corpos reais de trabalho, sobre instituições, sobre colecionadores de longo prazo e sobre uma convergência significativa entre mundos digital e físico. Sou imensamente grato pelo que o NFT Paris ajudou a construir e pelas pessoas que conheci lá. E ainda estou 100% confiante de que a história não acabou. Seguindo em frente e para cima. 🚀