O @GooglePixel_US é uma maravilha da engenharia em segurança móvel. O Titan M2 é um silício fisicamente separado, com seu próprio processador, RAM e flash. Suas chaves de criptografia ficam lá e a CPU principal não tem caminho elétrico para extraí-las. As chaves são geradas no chip durante a fabricação e nunca são expostas aos sistemas de fábrica. (Isso é defesa contra a interdição de Estados-nação) O Pixel 8 implementou a Extensão de Marcagem de Memória em escala de consumidor usando o Tensor G3. A marcação de memória imposta por hardware captura os overflows de buffer e a utiliza instantaneamente após bugs gratuitos. Essas classes de vulnerabilidade representam 70% dos exploits críticos para dispositivos móveis. A MTE não os mitiga – ele os elimina. O KVM protegido isola computação sensível em VMs que o kernel Android não consegue acessar nem mesmo com root. Compromisso do kernel não significa mais game over. O Pixel é o único dispositivo Android que suporta o relocking do bootloader com chaves personalizadas. Isso permite que @GrapheneOS rodem com integridade de boot verificada completa. Hardware que fortalece o endurecimento de terceiros em vez de preveni-lo. Sete anos de atualizações de segurança. Boletins de segurança publicados. Programa aberto de pesquisa em vulnerabilidades. É assim que a defesa em profundidade se manifesta quando você controla o silício.