Quando propus construir modelos generativos para design de proteínas para meu doutorado ~8 anos atrás, a ideia foi vista como impraticável e um problema de brinquedo. Os modelos eram hilariamente ruins no começo, produzindo estruturas semelhantes a macarrão e sequências incoerentes. Continuei trabalhando nele porque achei legal — e tinha sonhos enormes sobre o que seria possível *se* funcionasse. Tive sorte de ter algumas pessoas que realmente acreditaram e me incentivaram a continuar. Cortando para o avanço dos nossos modelos de difusão, que levou a muitos artigos incríveis, muitas empresas a serem fundadas e, claro, — a equipe incrível da @diffuse_bio A IA projetará as terapias, diagnósticos, enzimas e máquinas moleculares do futuro. Fique com as ideias bobas!