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Dr. M.F. Khan
Pesquisador e Autor, com profundo interesse pela história antiga. É doutor em História e especialista em Arqueologia. (24)
Uma iluminação do século XII d.C., do Saltério de St. Albans retratando a Jornada dos Magos...
A obra é uma obra-prima da arte românica inglesa, criada na Abadia de St. Albans entre 1123-1143 d.C. Faz parte de uma série de mais de quarenta miniaturas de página inteira que antefazem o texto do salterio, destinadas a guiar o leitor para a história bíblica.
A cena ilustra os Magos (os três reis magos) seguindo a Estrela de Belém, conforme descrito no Evangelho de Mateus.
O manuscrito original está atualmente guardado na Dombibliothek (Biblioteca da Catedral) em Hildesheim, Alemanha.
#drthehistories

Essa imagem icônica captura o momento em que o físico Stephen Hawking conheceu o ator e comediante Jim Carrey nos anos 1990. A imagem parece mostrar Carrey reagindo com dor fingida ao fato de Hawking "atropelar" seu pé com sua cadeira de rodas, enquanto Hawking sorri...
Havia rumores de que Hawking "acidentalmente" atropelava os pés de pessoas de quem não gostava. Uma anedota diz que ele atropelou o pé do Príncipe Charles em um evento beneficente. Hawking teria expressado arrependimento por nunca ter conseguido atropelar Margaret Thatcher.
O encontro é frequentemente citado como um momento de "encontro das mentes" entre um gênio científico e um gênio cômico.
© Reddit
#drthehistories

Pescadores, Baía de Robin Hood (1880) por Francis Meadow Sutcliffe
Em 1880, os pescadores da Baía de Robin Hood formavam uma comunidade costeira unida cujas vidas giravam quase inteiramente em torno do mar. Os homens ganhavam a vida pescando no Mar do Norte em pequenos barcos abertos, partindo antes do amanhecer e frequentemente retornando muito depois de escurecer, dependendo do clima, das marés e da sorte. O trabalho era perigoso e imprevisível, com tempestades, naufrágios e perdas repentinas como um risco constante.
Mulheres e crianças desempenharam um papel essencial na sustentação da economia pesqueira. Enquanto os homens estavam no mar, as mulheres consertavam redes, salgavam e curavam peixes, carregavam cestos com a captura para vender no interior e administravam lares com rendas limitadas e incertas. As crianças frequentemente ajudavam desde pequenas, aprendendo os ritmos do ofício e contribuindo sempre que podiam.
As casas da vila estavam apertadas ao longo de ruas íngremes e sinuosas. A vida era fisicamente exigente e modesta, mas a comunidade estava unida pelo trabalho compartilhado, tradições fortes e dependência mútua. Neste mundo, a sobrevivência dependia não apenas da generosidade do mar, mas também da cooperação, resiliência e profundo conhecimento local transmitido de geração em geração.
(Frank Meadow Sutcliffe foi um fotógrafo pioneiro conhecido por documentar a vida cotidiana de pessoas comuns no final da era vitoriana e início do século XX, fornecendo um registro histórico autêntico da comunidade. O trabalho de Sutcliffe é renomado por sua qualidade artística e sua capacidade de capturar a beleza e a tenacidade do espírito humano em um ambiente desafiador.)
© Fotos Históricas
#drthehistories

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