Bruxelas está a vender a imigração como "comércio". Essa é a fraude. A Índia tem um enorme grupo de jovens educados que não conseguem obter o tipo de empregos que as suas credenciais prometem. Assim, a UE oferece caminhos de "mobilidade" e chama isso de parceria, quando o efeito prático é óbvio: a Europa torna-se a válvula de pressão para o desemprego de graduados de outrem. E quem paga o preço? Não são os burocratas em escritórios seguros e com pensões. São os jovens europeus a competir pelos mesmos cargos profissionais de entrada, inquilinos a ver a habitação a tornar-se mais escassa, e contribuintes a serem convidados a fingir que tudo isto é "ganha-ganha" porque um comunicado de imprensa diz assim. Chamar isso de "acordo" não muda a substância. É importação de mão de obra disfarçada de diplomacia.