A maioria das pessoas julga os robôs pela sua aparência de inteligência. Isso perde o foco. O que é crucial é como a inteligência se comporta em ambientes do mundo real, onde as condições variam e as falhas têm consequências. É aqui que @openmind_agi se destaca. A robótica tradicional depende de um único ciclo de inteligência. Quando falha, tudo para. No entanto, @openmind_agi projeta a robótica como um sistema em rede: - Dados compartilhados entre robôs e fabricantes - Identidade incorporada para coordenação e confiança - Tomada de decisão multi-agente, não modelos isolados Essa abordagem torna a inteligência resiliente por padrão. Os robôs aprendem uns com os outros, e o sistema se adapta quando modelos individuais falham. Implantações no mundo real, como a detecção de quedas ao vivo, validam esse método. Não há botão de reinício; os sistemas ou funcionam ou falham. @openmind_agi também evita comportamentos codificados rigidamente. “Pacotes” modulares permitem que os robôs transitem entre ambientes sem reconstruir a pilha. A sua estratégia de adoção espelha a tecnologia: começar com universidades, fornecer aos construtores robôs reais e um sistema ao vivo desde o primeiro dia, e deixar a capacidade crescer. À medida que a robótica entra na sua próxima fase, não será sobre aparência. Será sobre inteligência que escala, se adapta e trabalha coletivamente. gMind pessoal!