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.@subinium, ao observar a plataforma de codificação de vibrações do professor, lembrei-me de uma experiência filosófica pessoal.
É sobre a mudança de percepção em relação ao protagonista do intenso 'corte Heiyachi',
Schopenhauer.
Um misógino, um misantropo pessimista.
Essas são as primeiras palavras que vêm à mente ao pensar nele.
Eu também tinha um forte preconceito baseado nas palavras que ouvi sobre ele antes de ler o livro.
No entanto, a razão pela qual peguei um livro que explicava sua filosofia de forma acessível foi graças a uma excelente introdução que encontrei no canal do YouTube 'Humanidades'. (Realmente recomendo)
Mas qual foi a primeira impressão que tive ao me deparar com o Sr. Schopenhauer através do livro?
Surpreendentemente, foi 'humildade'.
Ele falava com tanta paixão sobre o papel sublime do filósofo que o suor escorria de sua cabeça, mas de repente, ao mencionar pessoas comuns como nós, expressou um respeito inesperado.
Foi porque, devido à nossa vida silenciosa, os filósofos podem se dedicar à contemplação, e a especialização dos cidadãos comuns, embora apenas diferente da filosofia, não deve ser subestimada em sua profundidade intensa.
Mas eu ainda era uma pessoa comum.
Durante toda a leitura, não consegui soltar a corda da dúvida.
Sempre que havia uma oportunidade, eu estava pronta para dizer: "Olha, eu sabia!"
| e empurrar meu preconceito.
Mas, no final, o que restou diante de mim foi apenas a 'vontade' vergonhosa de não conseguir reconhecer que meu preconceito estava errado.
Ele, na verdade, desprezava os mesmos filósofos.
Para ser exato, parecia desprezar aqueles que, para ganhar a vida com a filosofia, proferiam sofismas sem sentir vergonha....

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