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O erro na via de administração é um dos erros mais comuns que ocorrem nos hospitais.
Na maioria das vezes, não é por falta de conhecimento, mas sim por "descuido", "sem perceber" ou "como se estivesse possuído por um espírito". Mesmo pessoas com muita experiência podem cometer esse erro.
Portanto, o sistema hospitalar deve ser projetado para evitar que isso aconteça.
Por exemplo, não se deve administrar Vincristina na via intratecal, mas sim sempre em um saco de mistura NS 50, ou no caso da Epinefrina inalatória, se for inalação, deve-se usar Bosmin em vez de ampola de Epinefrina.
Particularmente em crianças, as vias aéreas são estreitas e em casos de doenças respiratórias como a croup, é comum usar nebulizadores. Geralmente, Ventolin ou Pulmicort são usados diretamente em ampulas plásticas para inalação, então não há confusão em administrá-los por via intravenosa, mas quando se trata de administrar Epinefrina, deve-se evitar o uso de ampulas.
Em casos muito raros, ao administrar xaropes orais, pode-se usar um frasco de xarope comum, e durante o processo de dosagem, pode-se derramar ou não medir a dose corretamente, levando à tentação de usar uma seringa comum, mas isso também deve ser evitado, pois pode resultar em administração intravenosa acidental.
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