A liquidez é inútil se não consegues aceder ao ativo rapidamente, com segurança e sem fricção operacional. A nova métrica de prontidão do mercado não é a liquidez. É o acesso.
2/ A falácia da "Single Home Chain". A ideia de que se pode forçar todos os utilizadores, liquidez e operações a migrar para uma cadeia específica está ultrapassada. Para aplicações de nicho? Talvez. Para mercados regulados? Não! Os compradores não deveriam ter que migrar. A distribuição é naturalmente fragmentada.
3/ O futuro é a Distribuição Multi-Venue. O capital não se encontra em um único local. Ele flui através de uma rede de custodians, sistemas de pagamento e plataformas. O modelo vencedor: → Emitir onde a liquidação é mais forte → Estender o acesso através de locais onde os usuários já existem
4/ As cadeias estão a tornar-se Trilhos Especializados. Assim como nas finanças tradicionais, estamos a mover-nos em direção à otimização: -Alguns trilhos para aplicações de consumo -Alguns para pagamentos -Alguns para fiabilidade de nível de liquidação
5/ As instituições escolherão a infraestrutura que corresponde às suas necessidades de risco e conformidade.
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