> inclinei-me e disse-lhe > ouve, miúdo... a única IA em que podes confiar é aquela que tu controlas > não tens o teu próprio poder de computação? > então estás aqui a beijar o anel de outra pessoa > ele olha para mim confuso, > então eu explico > ninguém te dá poder de computação nesta vida > caso contrário, estás à mercê de qualquer chefe que controla as APIs > bato na mesa, o espresso a tremer um pouco > compras uma GPU > executas os teus próprios modelos > controlas os pesos > decides o tempo de atividade > ninguém pode desligar-te a não ser tu > ele acena com a cabeça > agora ele percebe