Migrar para o L2, embora os usuários iniciais tenham um período de adaptação (qualquer mudança tem um processo de aprendizado), no geral, ainda é muito vantajoso: Primeiro, o Polymarket quase não precisará se preocupar com congestionamentos ou quedas (houve alguns eventos de interrupção na Polygon), tendo seu próprio L2, o Polymarket pode personalizar otimizadores e camadas de execução, reduzindo a latência. Do ponto de vista da experiência do usuário, as operações serão mais fluidas (apostas/cancelamentos/liquidações, etc.), a experiência será melhor, especialmente em eventos populares (como durante a Copa do Mundo), que não terão travamentos. Em segundo lugar, a segurança é aprimorada, o L2 do Ethereum herda a segurança da rede principal, podendo integrar mais ferramentas, incluindo suporte a stablecoins nativas, agentes de negociação AI, etc., a experiência de operação dos usuários será mais fluida (por exemplo, em interações com carteiras), mesmo que haja problemas de adaptação de interface a curto prazo, a experiência será mais conveniente a longo prazo. Por último, embora atualmente as taxas de gás da Polygon já sejam baixas, com um grande volume de transações, o custo ainda é considerável. O Polymarket gerenciando seu próprio L2 pode otimizar ainda mais os custos, por exemplo, através de processamento em lote e compressão de taxas na camada DA. No geral, os custos podem ser otimizados para uma fração do que eram antes, talvez até um décimo (dependendo do design); além disso, o Polymarket pode implementar um modelo de taxas personalizadas, subsidiando o mercado de previsões ou liquidações sem custo, atraindo mais usuários/ instituições para participar.