A negociação era a palavra que eu achava mais impressionante na minha época de estudante. Trader também era a posição que eu mais almejava na minha juventude. Só quando realmente me tornei um trader, é que compreendi verdadeiramente a frase do filme "Soul": Um peixinho pergunta ao peixe velho: "Quero encontrar o oceano." O peixe velho responde: "Você já está no oceano." O peixinho diz: "Isto é água, eu quero ir para o mar." Eu me formei com uma formação puramente financeira. Fiz estágio em um fundo de investimento e trabalhei como trader. Foi a primeira vez que vi tanto dinheiro na conta de negociação, a primeira vez que senti de forma intuitiva o peso do "financeiro". Durante o recrutamento, entrei por acaso na empresa onde estou agora, como GTP, ou seja, trainee. Naquele período de entrada, a expectativa era muito real, era a primeira vez que estava em um ambiente tão "impressionante", e meu nível de inglês melhorou rapidamente nesse tempo. Comecei a almejar novamente a profissão de trader, porque naquela época eu não entendia realmente a negociação, apenas achava que era chique, refinada, e que estava no topo do mundo. Passei do departamento de pesquisa para o departamento de mercado, depois para o departamento de execução, e finalmente entrei no departamento de negociação e fui designado como trader. Quanto mais tempo passava, mais percebia que era completamente diferente do que eu imaginava. Os traders, aos meus olhos, tornaram-se cada vez mais "terrenos". O que eu estudava diariamente era extremamente específico, extremamente trivial, e até um pouco áspero nas relações de oferta e demanda. Não havia mais a ilusão de "apontar o caminho" que eu tinha na época da pesquisa de mercado, nem aquela sensação de refinamento. Dirigi para pequenas cidades que nunca tinha visitado para fazer pesquisas; Eu calculava e discutia repetidamente por algumas dezenas de reais na base; O que eu encontrava eram agricultores, fábricas, armazéns e transporte. Essas coisas me deram uma sensação muito forte de realidade. Comecei a perceber que parecia estar me afastando cada vez mais do "financeiro imaginado". Mas foi exatamente nesse processo que me afastei cada vez mais das linhas K, mas consegui enxergá-las com mais clareza. Comecei a tocar no verdadeiro limiar da negociação, e esse caminho começou a se tornar claro. Consegui distinguir vagamente quem estava se envolvendo no mercado: eram os fornecedores, os compradores, os comerciantes, ou os especuladores, investidores individuais; Comecei a entender quão profundo e denso era o mercado; Como a oferta e a demanda mudam, como a base se comporta; Que tipo de preço realmente resolve problemas, qual parte eu deveria atuar; Como usar a mercadoria que tinha em mãos....