Se os pais parassem e pensassem sobre a relativa brevidade da infância, acho que fariam as coisas de forma diferente. -Eles saboreariam aqueles momentos no meio da noite com o recém-nascido em vez de desejá-los longe. -Eles valorizariam cada pergunta que o seu filho pequeno fizesse e cada momento de aconchego na hora da história que envolvesse ler o mesmo livro repetidamente. -Eles se maravilhariam ao ver seu pré-escolar aprender a ler, mesmo que isso significasse ouvir aquela vozinha tentar ler tudo o tempo todo. -Eles deixariam os seus telefones de lado e ouviriam enquanto seu filho em idade escolar se perguntava sobre o mundo e imaginava um melhor, mesmo que o cinismo tenha tomado conta de suas vidas adultas. -Eles deixariam suas preocupações de lado tempo suficiente para rir e ser bobos com seu filho do ensino fundamental que está preso entre a infância e a adolescência e está desesperadamente precisando de um âncora sólida e amorosa. -Eles apreciariam ver seu adolescente desajeitado navegar pelo ensino médio e se desenvolver em um jovem adulto interessante, mesmo que a jornada tenha tido alguns desvios. Se os pais apenas percebessem quão rapidamente seus filhos cresceriam, talvez fizessem as coisas de forma diferente.