Jensen Huang acabou de chamar o topo exato da indústria farmacêutica. Não é uma mudança de direção. Não é uma disrupção. É um evento de extinção. Huang: “Onde eu acho que a próxima revolução incrível vai surgir? E esta vai ser, sem dúvida, uma das maiores de sempre. Não há dúvida de que a biologia digital vai ser isso.” O estabelecimento médico passou séculos a jogar um jogo caótico de tentativa e erro. Estamos prestes a engenheirar matematicamente o sistema operativo humano. Huang: “Pela primeira vez na história da humanidade, a biologia tem a oportunidade de ser engenharia, não ciência. Quando algo se torna engenharia, não ciência, torna-se menos esporádico e melhora exponencialmente.” A biologia não é mais a arte obscura da descoberta aleatória. É um ciclo de execução previsível e acumulativo. Traduzir as variáveis caóticas da química nas leis da ciência da computação e você para de esperar por descobertas acidentais. Você simplesmente calcula a cura. Essa linha deve aterrorizar todos os executivos farmacêuticos vivos. Huang: “Pode acumular os benefícios dos anos anteriores. E as contribuições de cada pesquisador se acumulam umas sobre as outras.” Durante décadas, a descoberta de medicamentos tem sido um processo isolado e artesanal. Um laboratório. Uma equipe. Uma molécula. Anos de iteração cega. ...