Gosto genuinamente deste desenvolvimento porque parece uma verdadeira ponte entre as finanças tradicionais e a infraestrutura on-chain. O que acontece quando uma das maiores empresas de investimento do mundo e o maior banco dos EAU iniciam uma stablecoin regulamentada em trilhos de blockchain nacional? A DDSC é uma stablecoin lastreada em dirhams, iniciada pela International Holding Company e pelo First Abu Dhabi Bank, licenciada pelo CBUAE. É lastreada 1:1 pelo Dirham dos EAU e liquida exclusivamente na ADI Chain. A IHC traz $240B em capitalização e mais de 1.300 subsidiárias para potencial implementação. O FAB adiciona mais de $330B em ativos e mais de 4M de clientes através da custódia bancária regulamentada. Para mim, a DDSC prova que a ADI Chain está pronta para uma escala institucional regulamentada. A rede B2B da IHC poderia desbloquear um significativo assentamento on-chain entre empresas. A integração do FAB no retalho poderia impulsionar transações recorrentes de consumidores. O corredor de remessas de $45B dos EAU cria um vetor de adoção de alta frequência. Mesmo uma pequena parte dos $1.42T em comércio exterior representaria um fluxo on-chain significativo. Discussões sobre o ecossistema com a Mastercard e a M-Pesa expandem o alcance dos pagamentos. O envolvimento da BlackRock e da Franklin Templeton sinaliza um alinhamento mais amplo do mercado de capitais. Estratégicamente, vejo a DDSC como o modelo de referência para futuras stablecoins regionais nos mesmos trilhos compatíveis.