Elon Musk não está a automatizar empregos. Ele está a eliminar empresas. Projeto Macrohard. Pintado num telhado em letras visíveis do espaço. Musk chama-lhe a coisa mais importante que a xAI irá construir. Musk: “Não estamos apenas a automatizar tarefas. Estamos a automatizar a corporação.” A percepção é cirúrgica: se o que produzes é digital, não precisas de existir. Musk: “Deveria ser possível emular completamente qualquer empresa onde o output é digital.” As corporações mais poderosas do mundo não produzem nada físico. O Google não faz objetos. A Meta não fabrica. A Microsoft envia bits, não átomos. Se o teu produto é informação, a tua empresa é apenas pensamento organizado. E o pensamento pode ser replicado perfeitamente a custo zero. Musk: “O output deles é digital. Portanto, na verdade, eles não fazem hardware.” Essa é a vulnerabilidade. Cada empresa que não toca na realidade física é apenas um middleware caro entre um problema e uma solução. O Projeto Macrohard remove o middleware. Sem empregados. Sem política. Sem custos indiretos. Apenas função. Output puro a custo marginal quase zero, 24/7, para sempre. Isto não se trata de tornar as empresas mais eficientes. Trata-se de torná-las desnecessárias. As 500 maiores empresas gastaram um século a otimizar a competição contra outros humanos. Elas não têm defesa contra entidades que não dormem, não fazem greves ou não se demitem. As maiores corporações da Terra são apenas arquitetura legada à espera de ser comprimida em código executável que o faça melhor, mais rápido e gratuitamente.