Em 1991, um único vídeo de um transeunte do espancamento de Rodney King destruiu as defesas da polícia sem controle em LA—e forçou até mesmo os apoiantes de políticas rigorosas contra o crime a confrontar verdades desconfortáveis sobre a brutalidade policial. O que acontece agora em 2026, quando todos têm um telemóvel com câmara?
Este mês, em Minneapolis, agentes federais estiveram envolvidos em vários tiroteios durante operações de fiscalização de imigração—dois fatais, incluindo a morte de Alex Pretti a 24 de janeiro. Imagens de telemóvel estão a circular amplamente. A questão não é apenas o que aconteceu—é quem tem a câmara.
A resposta da direita até agora ecoa o manual de há 35 anos: focar nas ações das vítimas, nos perigos que os oficiais enfrentam e desconsiderar as imagens. Mas como a história mostrou com Rodney King, os vídeos mudam narrativas quando contradizem as alegações oficiais.
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