Recentemente, as manobras de Trump deixaram o mercado em alvoroço, principalmente devido à compra ou ocupação da Groenlândia, o que levou a rumores na Europa sobre a venda de títulos da dívida americana. O Japão vizinho também parece ter essa tendência, com o rendimento dos títulos americanos a 30 anos a subir rapidamente para quase 5%. O risco de colapso da credibilidade do dólar aumentou significativamente, e o ouro e a prata dispararam. O yuan e os metais preciosos também se valorizaram em relação ao dólar. É evidente que, na falta de opções, a corrida cega ao ouro se tornou um consenso. O Bitcoin, nesta onda, claramente não foi reconhecido como um ativo de refúgio global e foi vendido como um ativo de risco. Essa situação não mudará a curto prazo, mas a tendência já é irreversível. Como disse Musk, quando a produtividade da IA e dos robôs surgir, as mercadorias e a subsistência da humanidade não serão mais um problema. Naquela época, a moeda pode não ter muito valor, e a competição será por energia, afinal, o papel-moeda pode ser impresso sem limites, enquanto a quantidade de Bitcoin é finita e possui valor energético, atuando como ouro digital, pois sua produção depende totalmente de energia e possui valor de armazenamento. A tecnologia blockchain, no futuro, ajudará ainda mais a IA na aplicação em dados e pagamentos. A IA e a blockchain se potencializarão mutuamente, levando a sociedade humana de um mundo baseado em carbono para um novo mundo de carbono-silício. O Bitcoin e a blockchain se complementarão e avançarão juntos. Independentemente de escolhermos IA ou criptomoedas, temos um futuro promissor, embora esse futuro seja progressivo e não uma ascensão eterna.